Filmes assistidos em 2025 - Nº 06 - The Family I Had (A Família que Eu Tive) - 2017
The Family I Had (A Família que Eu Tive) - 2017
Filme Nº 06 DE 2025
Assistido: 05/01/25
Sinopse: "The Family I Had (A Família que Eu Tive)" é um documentário emocionante que narra a história de uma mãe cuja vida familiar aparentemente feliz foi devastada quando seu filho adolescente matou sua irmã mais nova em um ataque de raiva violento.
Link do filme no Letterboxd: https://letterboxd.com/film/the-family-i-had/
Link do filme no IMDB: https://www.imdb.com/pt/title/tt6098546/
Link do filme no TMDB: https://www.themoviedb.org/movie/455962-the-family-i-had
Link do filme no Filmow: https://filmow.com/a-familia-que-eu-tive-t262435/
Link do filme no trakt.tv: https://trakt.tv/movies/the-family-i-had-2017
Direção: Katie Green / Carlye Rubin
Elenco:
Kyla Bennett
Charity Lee
Paris Lee
Bennett Ella Bennett
Perturbador é o mínimo que dá para dizer sobre o documentário The Family I Had (A Família que Eu Tive). É uma história pesada, difícil de digerir, e que nos faz refletir sobre como uma tragédia pode desestruturar e marcar uma família para sempre.
O ponto central do documentário é o caso de uma mãe que precisa lidar com a realidade de que seu filho matou a própria irmã. Apenas imaginar o que ela sente já é devastador. É o tipo de situação que desafia qualquer compreensão. Como seguir em frente depois de algo assim?
A família retratada no documentário é claramente complicada. A dinâmica disfuncional entre os membros talvez tenha contribuído para que essa tragédia acontecesse. Não há como assistir sem pensar no impacto que relações familiares problemáticas podem ter no comportamento das pessoas, especialmente nas mais jovens.
O detalhe mais perturbador para mim foi saber que o garoto havia planejado matar alguém antes mesmo de surgir a oportunidade. Isso mostra que ele vinha dando sinais de problemas muito antes do crime. Infelizmente, parece que ninguém ao redor dele percebeu ou deu a devida atenção. Essa parte do documentário me fez refletir muito sobre como, muitas vezes, ignoramos ou subestimamos sinais de problemas mentais nas pessoas próximas.
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