Filmes assistidos em 2025 - Nº 15 - A Real Pain (A Verdadeira Dor) - 2024

 A Real Pain (A Verdadeira Dor) - 2024


Filme Nº 15 DE  2025

Assistido: 14/01/25


Sinopse: A Real Pain é um filme de comédia dramática de 2024, escrito e dirigido por Jesse Eisenberg. A história acompanha dois primos, David (interpretado por Eisenberg) e Benji (Kieran Culkin), que embarcam em uma viagem à Polônia para explorar suas raízes judaicas e homenagear a avó falecida.


Link do filme no Letterboxd: https://letterboxd.com/film/a-real-pain/

Link do filme no IMDB:  https://www.imdb.com/pt/title/tt21823606/

Link do filme no TMDB: https://www.themoviedb.org/search/movie?query=A%20Verdadeira%20Dor

Link do filme no Filmow:  https://filmow.com/a-verdadeira-dor-t367351/

Link do filme no trakt.tv: https://trakt.tv/movies/a-real-pain-2024



Direção: Jesse Eisenberg



Elenco: 

Kieran Culkin - Benji Kaplan

Jesse Eisenberg - David Kaplan




Minha opinião:

Jesse Eisenberg, que escreveu, dirigiu e estrelou A Real Pain, conseguiu criar uma narrativa envolvente e cativante. O filme combina humor e melancolia de maneira equilibrada, abordando questões de identidade, trauma familiar e gerações, especialmente ao explorar a história de sobreviventes do Holocausto de forma sensível e respeitosa.

O grande destaque para mim foi Kieran Culkin, que brilha como Benji. Sua atuação consegue ser engraçada e tocante ao mesmo tempo, trazendo profundidade ao personagem sem perder o tom natural. A química entre Eisenberg e Culkin é excelente, e a dinâmica entre os dois é o que realmente sustenta o filme. Suas interações oscilam entre momentos hilários e cenas carregadas de emoção, criando um retrato autêntico da complexidade dos laços familiares.

Apesar dos pontos positivos, algumas partes do filme me pareceram um pouco lentas, o que acabou quebrando a imersão em certos momentos. Além disso, nenhum dos personagens secundários realmente me chamou a atenção. Eles cumprem seu papel na história, mas não acrescentam muito além disso.

No geral, A Real Pain faz um ótimo trabalho ao abordar um tema tão delicado de forma honesta e acessível. Eisenberg demonstra talento tanto na direção quanto no roteiro, criando um filme que provoca reflexões, emociona e diverte na medida certa. Mesmo com alguns momentos arrastados, é uma experiência que vale a pena, especialmente pelo desempenho excepcional de Culkin.

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